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Bandas da semana

Posted by leon gregório on 10/14/2010 12:51:00 PM in

Olá blogers!!!

Começarei por essa seamana a fazer uma lista semanal das 5 bandas que mais estou ouvindo.

Devo acrescentar de antemão que meu gosto musical é......diferente .

1- A primeira de minha lista já está a muito como minha predileta.

Banda americana de dream pop, sheagaze com vocais de hope Sandoval e guitarras de David roback.

Mazzy star

2- Chill-out jazzístico e intimista.formada inicialmente por Henry binns e Sam hardaker, já contou com a participação de sia furler, sophie Baker entre outos.

Zero 7

3- Considerado um dos fundadores do estilo musical chamado de trip-hop: fusão de jazz, eletrônica, hip hop e downtempo. Nasceu em Bristol (Inglaterra), cidade do famoso massive attack, com quem fez inúmeras participações.

Tricky

4-Outra banda de tip-hop e também formada na Inglaterra.seu primeiro álbum saiu em 1997: becoming x. Seguidos por mais dois, porém sem a vocalista kelli ali.

Sneaker Pimps

5- Com 31 anos de idade, jazzista fantástica. Está em turnê atualmente no Brasil para promover seu novo álbum.the fall foi lançado em 2009, flertou com outros estilos como country e pop, mas se manteve genial como qualquer outro trabalho já feito por ela.

Norah Jones


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Tropa de Elite 2

Posted by leon gregório on 10/12/2010 08:42:00 PM in
Ontem assisti ao grande filme brasileiro do ano: tropa de elite 2.

Depois do sucesso do primeiro, extremamente polêmico e causador de confusões gigantescas na interweb, sua continuação, de novo dirigida por José Padilha, trilha o mesmo perigoso caminho.

Sem avaliar o roteiro, apenas tecnicamente, devo exaltar a perfeição da produção: direção genial, trilha sonora em harmônica e atuações fantásticas.

Porém, não somente de fotografia vive um filme, e é nesse quesito que tropa de elite peca. Muito como seu antecessor a seqüência sofre principalmente por culpa do roteiro. Veja bem, não estou dizendo que não é coeso ou complexo, mas que suas reflexões, pouco profundas, perigosas acrescento.

Feito para um público classe média e somente classe média, pois alguém realmente tem a ilusão de que os pobres de renda de nosso amado país irão ver esse filme no cinema? Eles não irão, provavelmente compraram a versão botleg nos camelódromos de suas cidades, e pior ainda, não compreenderam a suas nuances e críticas.

Essas são as mesmas pessoas que capitão Nascimento mata a sangue frio aos montes. Pessoas estas que não aproveitam do hospital que o filho baleado do nascimento vai depois que sua mãe e o seu novo marido historiador são alvejados em frente a sua casa em seu carro de 70 mil reais.

O filme nos leva a olharmos ao tão criticado sistema( citado inúmeras vezes como o grande culpado), o mesmo, que por sinal permitiu a construção e realização do filme, com olhos raivosos. Erro grave e perigoso. Mexer com as vontades mais vísceras da sociedade atuante, porém ignorante dessa forma, me levou a apenas uma conclusão: o filme é uma reunião de angústias e pensamentos anarqistas e fascistas planejados único e exclusivamente para gerar confusão e, consequentemente, maior arrecadação nas bilheterias do pais.

Algumas coisas me assustaram muito no filme e na reação da platéia, lotada e exaltada .

Existe uma cena em particular que me chocou profundamente. Uma cena irresponsável e exagerada e que demonstra exatamente o por que de eu achar a película anarcofascista: lá pelo final do filme, Nascimento está puto com Deus e o mundo e, em conjunto com outros capitães do b.o.p.e, faz uma batida em frente a casa de um político corrupto. Quando o mesmo percebe, pára o carro e nascimento o retira a força, começa a socar e chutar, ameaçar e ofender. Todos, e quando digo todos falo sério, começaram a aplaudir aquele momento bárbaro. Fiquei extasiado.

O filme que critica tanto a corrupção e desvirtuação da nossa sociedade, produz momentos como esse, que exaltam a violência e negligência em relação às nossas leis. Leis estas, muito esquecidas nesse momento, mas que nos mantém unidos e em paz. E para aqueles que me disserem que não existe paz e organização no mundo-brasil incluso-digo para googlar na interweb sobre quantas pessoas vivem atualmente neste pequeno planeta chamado terra : mais de 6 bilhões, e para depois pesquisarem em quantas morrem e nascem por ano e suas respectivas causas.

Quero que entendam também, que não estou dizendo que nossa sociedade é calma. Não tenho ilusões sobre isso. Porém sempre mantenho em mente que não existe nenhuma sociedade animal no planeta que não possui conflitos. E que são vitais para a dinâmica do desenvolvimento tecnológico e social do planeta, afinal sem eles os nazistas ainda estariam aqui, só para citar 1 exemplo. Conflitos são violentos e cruéis, eu os abomino, porém ainda são necessários e eu admito e compreendo.

Sei que serei muito criticado por meu texto, mas principalmente por minha próxima frase: recebemos mais uma vez, um filme hipócrita e irresponsável, com pensamentos perigos e ignorantes.

Se você não assistiu ainda, não perca seu tempo. Mas se ainda sim o fizer, vá preparado, leia livros de sociologia e história antes, entenda o contexto em que o filme acontece e não se deixe levar pelas conclusões do filme ou pelas minhas. Tire suas próprias, mas por favor, seja racional.

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Crazy Heart

Posted by Ramonromano on 10/12/2010 02:01:00 PM in
Crazy Heart é um filme que conta a história de Bad Blake (Jeff Bridges), um cantor de country fracassado que encontra-se na solidão e no alcoolismo. Bad Blake ganhava a vida tocando em bares de estradas e boliches, até que encontra, em Santa Fé, uma jornalista que parece mudar o ruma da vida do protagonista.


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Os três caminhos de Marina

Posted by Nathália Cabrera on 10/11/2010 12:05:00 PM in
Independente de qualquer ideologia partidária, achei muito legal este texto do Paulo Briguet, no Jornal de Londrina, e achei também interessante colocá-lo aqui no blog, então mesmo aos que não concordam espero que respeitem e aproveitem!

A simples ocorrência do segundo turno presidencial é um duro revés para a arrogância autoritária do PT. O resultado do dia 3 de outubro prova que o país não está completamente anestesiado pela verborragia oficial.

Alguém pode objetar que já escolhemos um presidente em primeiro turno, nem por isso a democracia foi comprometida. É verdade; mas, nas duas eleições de Fernando Henrique Cardoso, a oposição e a imprensa jamais foram perseguidas por cumprir os seus papéis. Lula e o PT, em 1994, sentiram-se livres e soltos para dizer que o Plano Real era um “estelionato eleitoral”; e a imprensa, acertadamente, não deixou de denunciar uma fala infeliz que levou à queda do ministro Rubens Ricupero. Não me lembro de o PT defender “controle social da mídia” no caso da antena parabólica...

Marina Silva tornou-se a noiva mais disputada no enlace presidencial. Confesso que passei a vê-la com outros olhos quando soube que o economista e escritor Eduardo Giannetti, um dos intelectuais mais brilhantes do país, é o seu principal assessor econômico.

Se apoiar o candidato da oposição, Marina estará acrescentando um ponto positivo em sua biografia política e rompendo definitivamente com o cleptopopulismo. Será a Marina sem auto-engano – uma líder do Brasil futuro.

Se apoiar a candidata oficial, Marina provará que é uma eterna companheira – de Lula, José Dirceu, Erenice, Delúbio, Franklin Martins, Marco Aurélio Garcia; para não falar em Sarney, Renan e Collor. Se cair na teia do governismo, Marina estará reconhecendo, para nossa decepção, que, no íntimo, sempre foi uma petista acima de tudo – uma petista que só deixou de ser petista quando isso lhe foi eleitoralmente desfavorável. Será a Marina com auto-engano – uma companheira do passado.

Se permanecer neutra, Marina vai confirmar a hipótese de que suas propostas são vazias e retóricas na essência. Ficando em cima do muro, tentaria passar a imagem de candidata que paira sobre tudo e todos, mais personagem de Avatar do que personalidade política relevante.

Marina está diante de três caminhos. Na natureza, o verde vive o mesmo trilema: amadurecer, apodrecer ou simplesmente não vingar.

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Marcello Serpa, o jovem gênio

Posted by Nathália Cabrera on 10/10/2010 06:26:00 PM in

Como prometido, aqui estou eu novamente falando um pouco sobre publicidade e sobre os criadores. Com um curriculo e uma carreira invejável, Marcello Serpa, carrega na bagagem passagem por grandes agências e inúmeros prêmios. Este publicitário de 47 anos, carioca e genial, é sócio e diretor de criação da AlmapBBDO, uma das maiores agências de publicidade da atualidade. Em 1983, Marcello Serpa foi para a Alemanha onde estudou Artes Gráficas e teve o seu primeiro contato com a propaganda, trabalhando na GGK e na R.G. Wiesmeier, depois de 7 aos retorna ao Brasil passando pela DPZ Rio, DPZ São Paulo e DM9DDB até o ano de 1993 quando se torna sócio da AlmapBBDO ao lado de José Luiz Madeira, que além de sócio é também diretor de planejamento da agência. Prêmios e mais prêmios fazem deste um empreendedor e um renomado criativo. Marcello tem como marca ser o primeiro latino americano a ganhar o prêmio Clio Lifetime Achievement Award e a presidir o juri do Festival Internacional de Publicidade de Cannes, além de ser o mais jovem presidente da história da premiação, ele foi o primeiro publicitário brasileiro a ganhar o Grand Prix de Mídia Impressa e venceu por duas vezes a categoria de agência do ano do Festival de Cannes. Entre os seus melhores comerciais estão o cachorro-peixe e a ovelha-nuvem para a Volkswagen, a parceria de mais de 15 anos com as Havaianas, que sempre traz propagandas inovadoras e ousadas, como o polêmico filme que trazia a avó conversando com a neta sobre sexo(este que chegou até ser censurado), os comerciais do Boticário que mostrava o quanto a beleza podia ser contagiante, dentre outros que fizeram e fazem todo sucesso. Marcello Serpa não faz apenas propaganda, ele se molda a ela, mesmo tão jovem já pode ser igualado aos maiores ícones da publicidade, e até mesmo é considerado um dos maiores publicitários deste século.


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